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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Chinesa que andava com auxílio de bola de basquete consegue próteses

Fonte: www.g1.globo.com
05/09/2013 10h38 - Atualizado em 05/09/2013 10h38

Chinesa que andava com auxílio de bola de basquete consegue próteses

Menina que perdeu as duas pernas aos 4 anos usava bola presa a quadril.Aos 18, Qian Hongyan faz parte de um clube de natação para deficientes.

Da Reuters
----Qian Hongyan testa sua nove prótese de pernas, no Centro de Reabilitação da China. (Foto: Reuters/Jason Lee)Qian Hongyan testa sua nove prótese no Centro de Reabilitação da China. (Foto: Reuters/Jason Lee)

Presa ao seu quadril, a bola amortecia o impacto do tronco contra o chão. Para se locomover, ela se apoiava nas mãos e no quadril protegido pela bola. Ela recebeu a primeira prótese em 2005 e, em seguida, passou a fazer parte de um clube de natação para deficientes físicos.A garota Qian Hongyan, de 18 anos, receberá próteses gratuitas das pernas. Desde que perdeu os membros em um acidente de carro, quando tinha 4 anos, ela “andava” com o auxílio de uma bola de basquete.
Hoje, Qian é uma atleta. Essas são as primeiras próteses apropriadas para seu corpo adulto, preparada por especialistas do Centro de Reabilitação da China, em Pequim.
Garota observa especialistas ajustarem próteses que ela deve receber. (Foto: Reuters/Jason Lee)Garota observa especialistas ajustarem próteses que ela deve receber. (Foto: Reuters/Jason Lee)
Qian perdeu as duas pernas em um acidente de carro, aos 4 anos. (Foto: Reuters/Jason Lee)Qian perdeu as duas pernas em um acidente de carro, aos 4 anos. (Foto: Reuters/Jason Lee)



















































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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Consciência Animal

Fonte: www.hojeemdia.com.br




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Siameses recém-nascidos na China fazem consulta para avaliar quadro

Fonte: www.g1.globo.com

12/09/2013 08h06 - Atualizado em 12/09/2013 08h11

Siameses recém-nascidos na China fazem consulta para avaliar quadro

Meninos gêmeos têm 24 dias e compartilham o coração e um rim.
Possibilidade de cirurgia de separação é descartada pelos médicos.

Do G1, em São Paulo


Imagem dos gêmeos siameses feita nesta quinta-feira (12) (Foto: Reuters/Stringer )Imagem dos gêmeos siameses feita nesta quinta-feira (12) (Foto: Reuters/Stringer )
Dois meninos siameses recém-nascidos na China são submetidos nesta quinta-feira (12) a uma consulta médica para avaliar o quadro deles.
Os irmãos estão internados no Hospital Infantil de Urumqi, na região autônoma uigur de Xinjiang, no oeste do país.Os gêmeos têm 24 dias de vida e, como compartilham o coração e um rim, a possibilidade de cirurgia é descartada.

Imagem mais antiga dos dois irmãos, feita no dia 30 de agosto (Foto: Reuters/Stringer)Imagem mais antiga dos dois irmãos, feita no dia 30 de agosto (Foto: Reuters/Stringer)





























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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Hospital das Clínicas se prepara para fazer transplante de múltiplos órgãos

Fonte: www.g1.globo.com

06/09/2013 08h00 - Atualizado em 06/09/2013 08h27

Hospital das Clínicas se prepara para fazer transplante de múltiplos órgãos

Cirurgia envolve substituição de estômago, intestino, pâncreas e fígado.
Transplante só foi realizado com sucesso no Brasil pelo Einstein, em 2012.


Mariana Lenharo
Do G1, em São Paulo

O cirurgião Luiz Augusto Carneiro D’Albuquerque participa do III Fórum Internacional de Transplantes do Aparelho Digestivo, que discutiu a situação do transplante multivisceral no Brasil. (Foto: Roberto Martins/Depto. GastroUSP/Divulgação)O cirurgião Luiz Augusto Carneiro D’Albuquerque preside o III Fórum Internacional de Transplantes do Aparelho Digestivo, da FMUSP, que discutiu a situação do transplante multivisceral no Brasil na última semana. (Foto: Roberto Martins/Depto. GastroUSP/Divulgação)
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP) prepara-se para realizar o primeiro transplante multivisceral do Brasil por uma instituição pública. A cirurgia, que é a mais complexa do sistema digestivo, envolve a substituição de vários órgãos de uma só vez.
De acordo com o cirurgião Luiz Augusto Carneiro D’Albuquerque, diretor do Serviço de Transplante e Cirurgia do Fígado do HC, a instituição vem se preparando para o procedimento há dois anos. Um investimento de R$ 2,4 milhões do Ministério da Saúde permitiu que 20 profissionais fizessem treinamento no exterior.
Quatro pacientes com indicação para a cirurgia já aguardam pelo procedimento no HC. Um deles, que tem mais gravidade, deve ser operado em três ou quatro semanas, de acordo com Carneiro. “Esse rapaz tem um tumor de pâncreas grande com múltiplas metástases no fígado e no intestino. O tratamento ideal envolve a retirada de todos os órgãos do aparelho digestivo.”
O primeiro procedimento do tipo no Brasil foi feito no ano passado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, também em parceria com o Ministério da Saúde. Atualmente, o transplante multivisceral não está previsto nos protocolos que regulamentam os transplantes no país.
Especialistas esperam que o procedimento seja incluído na revisão da portaria que regulamenta o assunto, que está sendo preparada pelo Ministério da Saúde. De acordo com a pasta, ainda está em avaliação a inclusão do procedimento multivisceral. "Atualmente existem processos de solicitação de credenciamento de três hospitais de São Paulo para realizar esse tipo de transplante: Hospital Albert Einstein, Beneficência Portuguesa e Hospital das Clínicas – USP", afirmou o ministério, em nota.
Indicações
O transplante multivisceral consiste na substituição, de uma só vez, do estômago, duodeno, intestino, pâncreas e fígado. Os órgãos são retirados em bloco, de um único doador, e transplantados para o paciente em uma única cirurgia. O procedimento tem várias indicações.

Crianças que nascem com torções no intestino devido a falhas genéticas ou defeitos congênitos podem ser candidatas ao procedimento. Assim como pacientes que se submetem a cirurgias recorrentes devido a doenças inflamatórias do intestino, como a doença de Crohn. A indicação ainda pode ocorrer por tumores com metástase ou por entupimento de veias abdominais.
Segundo Carneiro, atualmente, quem precisa do transplante não tem alternativa no Brasil. “Hoje, esses transplantes são feitos por ordem judicial em outros países. Alguns, que têm a sorte de ter bons advogados que conseguem essa decisão na justiça, vão para o exterior”, diz.
O cirurgião calcula que existam de 400 a 600 brasileiros que poderiam ser beneficiados com o procedimento. “Trazer essa tecnologia para o país é importante. Vamos poder tratar nossos pacientes e abrir mais uma possibilidade terapêutica, além de gerar experiência”, diz
Pioneiro
O Hospital Israelita Albert Einstein foi o primeiro a realizar o transplante multivisceral no Brasil, no ano passado. Segundo o cirurgião do aparelho digestivo Sérgio Paiva Meira Filho, do Einstein, a paciente foi uma mulher de 54 anos que tinha um quadro de cirrose hepática com indicação de transplante de fígado.

O fato de ela apresentar trombose venosa no abdômen fazia com que ela não pudesse receber apenas o fígado, mas todo o bloco de órgãos do sistema digestivo em conjunto.
Segundo Meira Filho, a inclusão do transplante multivisceral na portaria que regulamenta os transplantes no Brasil seria um passo importante. “Existe a demanda no Brasil, mas não existe ninguém que faça. Esses pacientes não têm acesso. Precisa ter credenciamento de equipes especializadas e hospitais especializados", afirma.
O especialista acrescenta que, nos Estados Unidos, essa cirurgia é feita com mais frequência e há mais tempo. Lá, um transplante desse tipo custa cerca de US$ 1 milhão, segundo o cirurgião.
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Músico aposentado se recupera de transplante de pulmão tocando gaita

Fonte: www.g1.globo.com

06/09/2013 06h30 - Atualizado em 06/09/2013 13h16

Músico aposentado se recupera de transplante de pulmão tocando gaita


Ex-violoncelista teve melhora em exames depois de começar a praticar.
Médicos afirmam que tocar gaita pode complementar tratamento.

O paciente de transplante de pulmão Larry Rawdon, à direita, dá aulas de gaita aos pacientes de doenças pulmonares na Clínica Mayo de Jacksonville, Flórida. (Foto: Mayo Clinic/Divulgação)O paciente de transplante de pulmão Larry Rawdon, à direita, dá aulas de gaita aos pacientes de doenças pulmonares na Clínica Mayo de Jacksonville, Flórida. (Foto: Mayo Clinic/Divulgação)


O violoncelista aposentado Larry Rawdon, morador da Flórida, nos Estados Unidos, já tinha passado por um transplante de pulmão devido à fibrose pulmonar idiopática quando descobriu que a música poderia ajudá-lo na recuperação.
Assim que sua mulher soube de estudos que sugeriam que a prática de instrumentos de sopro poderia fazer parte do processo de recuperação pulmonar, presenteou o marido com duas gaitas no natal de 2007.
Depois de ganhar o presente, em 2008, Rawdon ainda teve de ser submetido a outro transplante, devido a uma rejeição. A prática do novo instrumento passou a fazer parte do processo de recuperação após a segunda cirurgia.
Os anos de experiência como músico da Broadway – ele chegou a tocar no espetáculo “Cats” – fez com que aprendesse a tocar a gaita rapidamente, apenas assistindo a vídeos de outros músicos no YouTube.
Depois de dois transplantes de pulmão, Larry Rawdon descobriu que as pontuações no exame da capacidade de seu pulmão estavam substancialmente elevadas depois que ele tocou gaita. (Foto: Mayo Clinic/Divulgação)
Larry Rawdon descobriu que as pontuações no
exame da capacidade do pulmão melhoraram
depois que ele começou a tocar gaita
(Foto: Mayo Clinic/Divulgação)
No momento em que a prática tornou-se frequente, percebeu que 10 minutos tocando gaita eram suficientes para melhorar os resultados do exame de espirômetro de incentivo, teste que mede a quantidade de ar que uma pessoa é capaz de inalar e exalar.
O médico de Rawdon, Cesar Keller, do Departametno de Serviços de Transplantes da Flórida, afirma que a técnica pode ser um bom complemento a todo o processo de recuperação de um transplante de pulmão.
“Ela combina uma terapia respiratória excelente com a diversão e produz um resultado imediato, decorrente da execução do instrumento musical”, diz o médico.
Ele passou dar aulas de gaita a outras pessoas em recuperação pulmonar que faziam parte do grupo de apoio a pacientes com transplante do coração e do pulmão de Jacksonville, da Mayo Clinic, de onde Rawdon também é paciente.
“Estou convencido de que a gaita, para os pacientes de transplante de pulmão, pode ser considerada uma parte de um equipamento legítimo de exercício respiratório”, diz o músico, segundo nota da clínica. “Além de tudo o mais que a gaita passou a representar para mim, é especialmente gratificante ouvir de outros pacientes de transplante que eles também estão se beneficiando pelo uso da gaita”, completa.
Uma grande fabricante de gaitas passou a fornecer gratuitamente o instrumento para os pacientes.  “Depois de um transplante de pulmão, o caminho para uma recuperação completa depende, em grande medida, de o receptor do órgão conseguir recuperar sua capacidade funcional”, diz Keller.
A fibrose pulmonar idiopática, enfermidade que acometeu Rawdon, é uma doença crônica que altera a capacidade de oxigenação do sangue e para a qual não há tratamentos comprovadamente eficazes a não ser o transplante de pulmão.

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Casal demora 1 ano para vencer restrições legais

Fonte: www1.folha.com.br
09/09/2013 - 01h56

Casal demora 1 ano para vencer restrições legais



DE SÃO PAULO

Do namoro ao casamento de Arthur Dini Grassi Netto, 27, com Ilka Farrath Fornaziero, 35, passaram-se três anos. Um ano todo foi para que vencessem impedimentos legais.


Como ambos têm síndrome de Down, o Código Civil os restringe, por conta própria, de assinar o documento de casamento. Logo, tiveram de fazer, com apoio das famílias, uma maratona de consultas jurídicas e enfrentar negativas de cartórios.

Agora, o Estatuto da Pessoa com Deficiência explicita que deficientes intelectuais ou mentais vão passar a ter o direito ao casamento, sem restrições, inclusive aqueles interditados, sob curatela.
Fabio Braga/Folhapress
Arthur e Ilka se casaram no final do ano passado, mas, para isso, tiveram de passar por um longo período tentando convencer a Justiça de que poderiam viver como casal.
Arthur e Ilka se casaram no final do ano passado, mas, para isso, tiveram de passar por um longo período tentando convencer a Justiça de que poderiam viver como casal.

Uma vez que houver manifestação do casal, em idade legal, pelo desejo de viverem juntos, não será mais preciso ordem da Justiça ou autorização dos responsáveis para o ato.

O documento prevê ainda o direito a votar e ser votado, à saúde sexual e à reprodutiva. Apenas restrições sobre patrimônio foram mantidas.

A advogada Ana Cláudia Correa, da ONG Movimento Down, avalia que "se um juiz colocar no rol de limitações da pessoa interditada a impossibilidade de tomar uma decisão para se casar, não vai haver estatuto que garanta isso".


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Tratamento para reverter Down é testado com sucesso em roedores

Fonte: www.g1.globo.com

04/09/2013 20h14 - Atualizado em 04/09/2013 20h23

Tratamento para reverter Down é testado com sucesso em roedores

Camundongos foram modificados para ter condição similar à síndrome.
Composto garantiu crescimento normal do cerebelo e melhorou memória.

Do G1, em São Paulo
Bebê com síndrome de Down brinca com a mãe (Foto: Kirill Kudryavtsev / AFP)
Bebê com síndrome de Down brinca com a mãe
(Foto: Kirill Kudryavtsev / AFP)
Pesquisadores americanos fizeram testes de um novo tratamento em camundongos com condição similar à síndrome de Down que foi capaz de melhorar o aprendizado e a memória dos animais, além de aparentemente eliminar um efeito comum do distúrbio - o cerebelo com tamanho menor do que o normal.
Segundo a pesquisa, a aplicação de uma única dose de um composto em roedores recém-nascidos fez com que o cerebelo crescesse normalmente, conforme os camundongos ficassem adultos.
Os cientistas, no entanto, disseram ser necessária cautela quanto ao composto, que tem como principal componente uma molécula que ainda não foi testada em pessoas com Down.
Não há certeza sobre a segurança de sua aplicação em humanos, afirmam os pesquisadores.
A pesquisa foi publicada na revista "Science Translational Medicine" nesta semana.
Promessa
Os resultados positivos dos experimentos trazem uma promessa no desenvolvimento de remédios para tratar o distúrbio, que podem ou não incluir a molécula estudada.

"A maioria das pessoas com síndrome de Down tem um cerebelo que é 60% do tamanho normal", disse Roger Reeves, professor da Universidade de Medicina Johns Hopkins, de acordo com uma nota divulgada pela instituição.
"Tratamos os camundongos em condição análoga à síndrome de Down com um composto que acreditamos que pode normalizar o crescimento do cerebelo, e funcionou muito bem. O que não esperávamos eram os efeitos na memória e aprendizado, que são controlados geralmente pelo hipocampo, não pelo cerebelo", afirmou o cientista.


Geneticamente modificados

Pessoas com síndrome de Down, afirma o estudo, em geral possuem três cópias do cromossomo 21 ao invés das duas normalmente encontradas. Como resultado, estes indivíduos possuem cópias extras de mais de 300 genes contidos no cromossomo - os efeitos são problemas intelectuais, traços faciais marcantes e algumas vezes problemas cardíacos e outras consequências para a saúde.

Nos testes, a equipe da Universidade Johns Hopkins utilizou camundongos geneticamente modificados para ter cópias extras de cerca de metade dos genes do cromossomo humano 21, provocando condições similares às da síndrome de Down, como cerebelo menor e dificuldade em aprender sobre como se mover em um labirinto.
O composto foi injetado nos roedores após nascer, enquanto os cerebelos ainda estavam se desenvolvendo. "Nós fomos capazes de normalizar completamente o crescimento do cerebelo até eles atingirem a fase adulta com apenas uma dose", afirmou Reeves.
Mais pesquisas são necessárias para entender exatamente como o tratamento funciona, detalhou o cientista. Em princípio, a análise de certas células do hipocampo ligadas no aprendizado e afetadas pelo Down parecem não ter sido alteradas pela substância, afirmam cientistas.
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Garoto amputado realiza sonho e nada com golfinho com prótese de cauda

Fonte: www.g1.globo.com

01/09/2013 17h37 - Atualizado em 01/09/2013 21h14

Garoto amputado realiza sonho e nada com golfinho com prótese de cauda

Cieran Kelso, de 8 anos, perdeu parte das pernas por causa de meningite.
Ele mergulhou nos EUA com o golfinho fêmea Winter, que perdeu a cauda.

Do G1, em São Paulo

Garoto britânico que perdeu parte das pernas com o golfinho Winter (Foto: Jim Damaske/AP)Garoto que perdeu parte das pernas com o golfinho Winter (Foto: Jim Damaske/'Tampa Bay Times'/AP)
Um garoto britânico de 8 anos que perdeu parte das duas pernas ainda bebê por conta de uma meningite realizou um sonho: mergulhar com o golfinho Winter, uma fêmea que perdeu sua cauda em um acidente com uma armadilha de caranguejos e posteriormente recebeu uma prótese do órgão.
Chamado Cieran Kelso, o garoto adora nadar, mas após as amputações passou por muita dificuldade para isso, de acordo com a Associated Press.O encontro aconteceu no tanque do Aquário Marinho de Clearwater, nos EUA, no dia 16 de agosto, mas a imagem foi divulgada neste domingo (1º) pela agência Associated Press.
O pai de Kelso e sua madrasta conseguiram arrecadar milhares de dólares, após as amputações, para confeccionar um par de nadadeiras que poderiam ser adaptadas às proteses que o menino utilizada, para que ele pudesse mergulhar, afirmou o jornal "Daily Mail", à época.
'Flipper'
O uso das próteses rendeu o apelido de "Flipper" para o garoto em seu país.
Uma agência de viagens da Flórida soube da história do garoto e de sua "obsessão" pelo filme "Winter, o Golfinho" ("Dolphin Tale", no título em inglês), que conta a história da fêmea nariz-de-garrafa Winter e teve a participação de atores como Morgan Freeman e Ashley Judd.
A agência , então, pagou a visita de Kelso e de sua família ao aquário da Flórida, onde o golfinho é mantido. O garoto pôde brincar na água com o animal e realizar seu sonho.
O aquário onde o animal é mantido correu o risco de fechar, quando passava por uma séria crise, em 2005, ano em que Winter chegou após ser vítima da armadilha. O golfinho passou a nadar sem o órgão e posteriormente se adaptou a uma prótese feita sob medida.
A presença de Winter quadruplicou o público do aquário e originou uma linha de brinquedos, livros e outros produtos que permitiram que o aquário permanecesse aberto.
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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

'Estou feliz que contei a todos', diz garoto transgênero nascido menina

Fonte: www.g1.globo.com

3/09/2013 06h00 - Atualizado em 03/09/2013 06h16

'Estou feliz que contei a todos', diz garoto transgênero nascido menina

Wren Kauffman, de 11 anos, é canadense e se reconhece como menino.
Seis em cada mil estudantes são transgêneros, aponta pesquisa.

Da AP
Da direita para a esquerda, o garoto transgênero Wren Kauffman, a mãe, Wendy Kauffman, e a irmã menor, Avy Kauffman (Foto: Jason Franson/The Canadian Press/AP)Da direita para a esquerda, o garoto transgênero Wren Kauffman; a mãe, Wendy Kauffman; e a irmã menor, Avy Kauffman (Foto: Jason Franson/The Canadian Press/AP)
Um garoto canadense de 11 anos, Wren Kauffman, vai voltar à escola nesta semana sem omitir um fato importante de sua vida - ser transgênero, isso é, ter nascido como menina. Wren, como outros casos já registrados, se reconhece como uma pessoa do sexo oposto.
"Eu estou feliz que contei a todos", disse ele à agência de notícias Associated Press. "Se você não é você mesmo, então tudo se torna triste e deprimente", afirmou.
Segundo a Associated Press, ele odiava usar vestidos, é fã do homem-aranha e se vestiu de super-herói em um Dia das Bruxas. Quando tinha cinco anos, Wren fez sua mãe levá-lo para cortar o cabelo bem curto - ele queria ficar parecido com um dos atores da série "High School Musical".Professores e colegas no colégio onde ele estuda sabem a verdade - que Wren, cujo nome original era Wrenna, vive e sente-se como um garoto. O menino afirma não se lembrar do momento em que não se identificou com o sexo masculino.
Estudos citados pela agência de notícias indicam que seis em cada mil estudantes vivem a experiência de ser transgênero. Já entre os professores, um em cada 170 passam por esta situação.
Wren Kauffman quando ainda era chamado de Wrenna, antes de se assumir como menino (Foto: Jason Franson/The Canadian Press/AP)
Wren Kauffman quando ainda era chamado de
Wrenna, antes de se assumir como menino
(Foto: Jason Franson/The Canadian Press/AP)
DiferenteA mãe do garoto, Wendy Kauffman, afirma que sabia desde o começo que seu filho era diferente.

Ela e o marido de início pensaram que era uma fase ou que poderia ser um caso de homossexualidade. Conforme o filho foi crescendo, a mãe constatou que Wren, que na época ainda portava-se e se vestia como uma garota, sentia muita tristeza e frustração.
O caso tornou-se mais sério quando Wren (então chamado Wrenna) atingiu nove anos. Um dia sua mãe estava colocando outra filha do casal, Avy, para dormir, quando ela disse: "mãe, você sabe que Wren é um garoto e ele me pediu para te contar".
Wendy ficou na defensiva e disse sem muita convicção que sabia que Wrenna queria ser um menino. Avy então disse, com muita certeza: "Não mãe, ele realmente quer ser um garoto!". A mãe chorou, porque entendeu que a filha menor havia visto claramente o que estava ocorrendo.
Alguns dias depois, a mãe disse a Wren: "eu amo você, quer você seja menino ou menina, e agora eu entendo. Nós vamos encontrar uma forma de te ajudar, e vamos fazer isso juntos". A vida do garoto tem sido de adaptação desde então - ele já mudou de escola duas vezes, mas afirma não ter sofrido assédio, apenas brincadeiras de mau gosto.
"Algumas pessoas gostam de me provocar, mas eu sei lidar com isso. Eu prefiro pensar que elas são apenas uma etapa inicial de prática para os verdadeiros idiotas que vão aparecer na vida", disse Wren.
O garoto transgênero Wren e sua irmã menor, Avy (Foto: Jason Franson/The Canadian Press/AP)
O garoto transgênero Wren e sua irmã menor, Avy (Foto: Jason Franson/The Canadian Press/AP)


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Cientistas criam microcérebros com células-tronco para estudar doenças

Fonte: www.g1.globo.com

28/08/2013 21h25 - Atualizado em 28/08/2013 21h30

Cientistas criam microcérebros com células-tronco para estudar doenças

Órgãos de células humanas têm apenas 4 milímetros de diâmetro.Eles não têm todas as funções do cérebro normal, mas estrutura é similar.

Da EFE
Imagem de um microcérebro criado pelos cientisas (Foto: Madeline A. Lancaster/Nature)Imagem de um microcérebro criado pelos cientistas (Foto: Madeline A. Lancaster/Nature)
Cientistas europeus desenvolveram pequenos cérebros humanos tridimensionais, de 4 milímetros de diâmetro, a partir de células-tronco pluripotentes que ajudarão a aprofundar o estudo de doenças neurológicas, divulgou nesta quarta-feira (28) a revista científica "Nature".
Os órgãos artificiais são fruto de uma pesquisa conjunta da Universidade de Bonn (Alemanha) e do Instituto de Biotecnologia Molecular de Viena (Áustria).
A complexidade do cérebro humano sempre foi uma barreira para o avanço na pesquisa das doenças neurológicas, por isso era "necessário um sistema celular que simulasse as complexas características do órgão para estudá-lo em profundidade", explicou o alemão Jürgen Knoblich, chefe do projeto.
Estes microcérebros, que incluem a crosta cerebral que cobre os dois hemisférios, são formados por diferentes tecidos dispostos em camadas, e a organização guarda muitas semelhanças com a de um cérebro nos períodos mais avançados de desenvolvimento."Esta abordagem pode superar algumas das limitações que encontramos quando realizamos experimentos com o cérebro de animais, pois eles não compartilham as mesmas peculiaridades do cérebro humano', acrescentou.
Para demonstrar a utilidade deste sistema celular, os cientistas analisaram diferentes doenças neurológicas que acontecem quando o cérebro se encontra em pleno desenvolvimento, como a microcefalia. Este transtorno neurológico, que não tem tratamento, faz com que o tamanho da cabeça das pessoas afetadas seja consideravelmente menor que o padrão em relação a idade e sexo.
A partir de células-tronco pluripotentes, a equipe acrescentou ao sistema inicial uma série de células de pacientes com microcefalia para obter um cérebro característico de uma pessoa com a doença.
Os cientistas perceberam que nos cérebros com esta doença as células precursoras dos neurônios deixavam de proliferar cedo demais, um defeito que poderia explicar algumas das causas da microcefalia.
"Este fenômeno não acontece da mesma forma quando experimentamos com ratos, já que nenhum animal apresenta a expansão neuronal que o ser humano tem", concluiu Knoblich.
Estes pequenos órgãos artificiais não apresentam as funções mentais de um cérebro humano normal, apesar de o grupo de cientistas não descartar progredir nesse sentido, e também se aprofundar em outros tipos de doenças neurológicas.

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